quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A LUTA JÁ COMEÇOU...INFORME

O Comando de Luta informa que, de acordo com as deliberações da reunião de janeiro, foram protocolizados na data de ontem,23/01/2018, ofícios junto à Prefeitura, Ministério Público e SEMEC solicitando reunião para discutirmos pautas pertinentes à categoria:

* Piso salarial dos professores;
*Data-base dos administrativos;
*Pagamento das progressões;
*Pagamento das titularidades;
*Auxílio locomoção;
*Participação  na discussão  das diretrizes 2018
*Entre outros.

Lembando que essa é uma bandeira antiga  erguida pelo Comando de Luta e que a SEMEC se recusa a dialogar com a categoria, cabe a cada um dos trabalhadores da educação, na oportunidade, cobrar respostas da mesma acerca dessas e outras demandas da educação.

A LUTA É DE TODOS NÓS! PREPAREMO-NOS!
NENHUM DIREITO A MENOS!





quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

BALANÇO DAS ATIVIDADES DE 2017

Balanço das atividades de 2017

2017, assim como 2015, 2016, foi um ano em que travamos diversas lutas e testemunhamos inúmeros retrocessos para a educação municipal de Aparecida de Goiânia. Além da falta de estrutura nas unidades, falta de materiais  básicos, salas super lotadas, remoções compulsórias e de uma gestão que demonstrou  total desorganização, falta de interesse e diálogo com a categoria, os trabalhadores da educação de Aparecida de Goiânia continuaram  sendo negligenciados de seus direitos mais básicos como por exemplo:
- pagamento do piso;
- data base do administrativo a partir de janeiro; 
- progressões e titularidades tanto de professores quanto administrativos;
- difícil acesso e outros.

Mesmo diante das dificuldades o Comando de Luta procurou estar presente em todos os momentos ao lado da categoria, pois entendemos que a luta é contínua e sem ela não haverá conquistas e manutenção de direitos. Apresentamos a lista de atividades realizadas pelo Comando de Luta juntamente com a categoria em 2017!

JANEIRO: 08 - suspensão do ponto eletrônico por meio de ação movida pelo Comando de Luta através da assessoria jurídica da ABRAPO.

 17- manifestação com cartazes no café da manhã de boas vindas aos trabalhadores da educação, onde na oportunidade entregamos nossas reivindicações ao prefeito e secretário de educação, que se comprometeram (e não cumpriram) publicamente a negociar e dialogar com o Comando de luta.

20 - primeira manifestação para convocação do cadastro de reserva.

FEVEREIRO: 10 - segunda manifestação para convocação do cadastro de reserva.

17- ato unificado entre o Comando de Luta, Simsed e representantes de outros 5 municípios da grande Goiânia em prol da convocação dos concursados em frente ao prédio do Ministério Público de Goiás.

MARÇO:  04 - início dos estudos do plano de carreira do magistério durante as reuniões do Comando de Luta.

15 - assembleia da categoria 

ABRIL: 04 - assembleia da categoria com indicativo de greve com paralisação de 70% das instituições (parcial/total).

19 - assembleia da categoria com indicativo de greve.

28 - paralisação nacional e assembleia da categoria contra a Reforma da Previdência.

MAIO: 05 - assembleia da categoria - mesmo após o prefeito ter anunciado o pagamento do piso, da data base (5%), das progressões e titularidades (que não aconteceram).

11 - ato e protesto do Comando de Luta durante o desfile cívico em comemoração ao aniversário de Aparecida de Goiânia.

16 - o Comando de Luta comparece à Câmara de vereadores durante a votação do piso (uma verdadeira encenação).

21 - o Comando de Luta participa da manifestação contra a Reforma da Previdência em Brasília.

29 - suspensão da multa aplicada pela PRF aos trabalhadores da educação durante manifestação na Br 153 em junho de 2015, através de ação movida pela ABRAPO.

SETEMBRO: 18- liminar definitiva a favor da suspensão do ponto facial. A justiça reconhece que o tal ponto não pode ser usado na escola. Mais uma vitória dos trabalhadores da educação através da parceria Comando de Luta e ABRAPO.

NOVEMBRO:  07- manifestação contra o atendimento parcial nos CMEIs, com a presença da comunidade, reivindicação do pagamento das progressões, titularidades e participação na elaboração das diretrizes 2018.

28- panfletagem durante a formação para ensino fundamental denunciando a falta de organização e compromisso da SEMEC.

DEZEMBRO: 04- panfletagem durante a formação para ensino fundamental denunciando a falta de organização e compromisso da SEMEC.

05 - panfletagem unificada com o SIMSED no centro de Goiânia contra a Reforma da Previdência.

09- panfletagem durante a formação do PNAIC denunciando a falta de organização e compromisso da SEMEC.

2018 não será diferente, temos já que começar a organizar a luta para garantir nossos direitos e fazer cumprir nosso plano de carreira. 

NENHUM DIREITO A MENOS! 









quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

CONVITE PARA REUNIÃO

O Comando de Luta convida para reunião

Dia 12/01/2018 (sexta-feira)
Horário: 8:30 h

PAUTA:

Balanço das atividades de 2017
Planejamento 2018 

Local:  Rua VB 5. Quadra 4 Lote 21.
Residencial Veredas dos Buritis - Goiânia 



terça-feira, 26 de dezembro de 2017

MENSAGEM DE FIM DE ANO

O ano de 2017 está findando e foi um ano de muitas batalhas. O Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia deseja que em 2018 nossas forças sejam renovadas. Que a sede de justiça e a luta por direitos una e fortaleça a todos os trabalhadores da educação em busca de um bem comum. 

Que venha 2018!
Nenhum direito a menos!
Lutar e resistir por uma educação pública, gratuita e de qualidade!


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

CONVITE PARA REUNIÃO/CINE-DEBATE

Momento cultural e de reunião
O Comando de Luta convida


Dia: 16/12/2017 (sábado)
Horário: 8:30h

PAUTA:

*Cine-debate: uma história de amor e fúria (o filme traz em pano de fundo diversas lutas do povo brasileiro desde a colonização)

*Balanço das atividades

*Deliberações

Local: Rua da Páscoa, qd 13; lt 17. Colonial Sul. Próximo à E. M. Maria Gomes



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

PANFLETO DE DENÚNCIAS NA EDUCAÇÃO DE APARECIDA DE GOIÂNIA

Um “novo governo” e nada de mudanças!

As ações de manipulação e desvalorização do servidor público continuam mais fortes do que nunca na saga do PMDB (Maguito Villela e Gustavo Mendanha), a cada dia que passa ficam mais nítidas as reais intenções destas gestões que se resumem em retirada de direitos dos servidores e calotes consecutivos, nada incomum como qualquer outro partido / sigla que estivesse no comando do município.

VEJAMOS: 
·         Desde 2013 as progressões não são pagas. 
·    Em 2015 vimos o não pagamento da data base dos administrativos e a política de pagamento proporcional do piso. Oito meses de calote e 5% de retirada do devido reajuste que seria de 13% à época. Ou seja, o não cumprimento do piso para os professores.
·         Negativas constantes nos retroativos destes pagamentos. 
·     De 2015 em diante, também vimos, cada vez mais, os atrasos nos pagamentos das titularidades e o fim desses retroativos, que poderão ser revistos mediante processo judicial!
·        Em 2016 seis meses de calote no pagamento do piso. Em junho a prefeitura recorre para não paga-lo e só o faz por via judicial.


             Em 2017 a "nova gestão" continua com as práticas de desvalorização e calote, porém querem enganar os trabalhadores com a política antiga do pão e circo, oferecendo eventos e lanchinhos.
A "nova gestão" dá uma nova roupagem, de "simpatia", para seguir governando de maneira autoritária.
Até hoje, 2017, nada de progressão e nem uma perspectiva.
Em 2017, remoções compulsórias de funcionários administrativos, inclusive no momento em que se necessitava de ampliação por conta do início do Novo Mais Educação, que retirou do quadro esses servidores.
Em 2017 temos presenciado o aumento do número de alunos por salas (1° anos com 33 a mais).
Em 2017 houve calote no pagamento das férias proporcionais aos novos concursados.
Em 2017 estão fazendo mudanças nas diretrizes sem diálogo com a categoria
Em 2017 o retrocesso impera nas escolas e Cmeis, que viraram verdadeiros currais eleitorais e onde trabalham apenas indicados deste ou daquele padrinho político.
Nestes anos difíceis o Comando de Luta vem sendo a voz dos que não se deixaram enganar e tem construído a história de luta e garantia de embate com a gestão em busca de dignidade e direitos.
Somos pequenos, mas somos perseverantes, não temos "carta" sindical, mas temos legitimidade enquanto coletivo que luta pela classe.

O Sindicato Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia recebeu diversas denúncias dos Trabalhadores da Educação de Aparecida de Goiânia alegando que estão sofrendo prejuízos de seus direitos por conta da "reformulação" das Diretrizes Gerais da Educação de Aparecida de Goiânia.
As Diretrizes Gerais da Educação fundamentam todas as ações educacionais e administrativas direcionadas às instituições educacionais da Secretaria Municipal de Educação de Aparecida de Goiânia, orientando todos os critérios ligados ao processo de lotação de servidores, à quantidade de alunos por sala de aula, à avaliação institucional dos trabalhadores, entre outros aspectos extremamente relevantes aos procedimentos nas escolas.
Sobretudo, essas Diretrizes orientam ainda que sua ELABORAÇÃO deve garantir a participação direta ou indireta de todos os profissionais ligados a Secretaria de Educação. Ou seja, essa reformulação necessita de maior transparência e democracia.
É absurda e preocupante essa situação, uma vez que  os servidores já estão sendo prejudicados em seu ambiente de trabalho sob o pretexto dessa "reformulação das Diretrizes Gerais”.
Eis a questão: por que essa reformulação está sendo conduzida de maneira tão antidemocrática?De certo porque não beneficiará aos servidores, pelo contrário, trará mais prejuízos e sobrecarga.
Podemos já afirmar isso, visto que, a justificativas proferidas às remoções dos administrativos estão relacionadas à essa "nova" diretriz. Isso quer dizer que haverá diminuição no quadro de servidores administrativos por escolas.
E quando essa "nova" diretriz passou a reger as orientações?  Onde ela foi aprovada? Como foi elaborada? Por que a categoria não participou dessa reformulação?
Não devemos aceitar calados estes desmandos, temos que nos organizar e exigir explicações a cerca desta questão. A gestão democrática na Educação é Lei, protegida pela Constituição. A categoria precisa exigir sua participação nessa reformulação, tem que fazer valer a gestão  democrática no Ensino Público de Aparecida de Goiânia!

NENHUM DIREITO A MENOS!




sexta-feira, 10 de novembro de 2017

INFORME SOBRE O ATO DO DIA 07 DE NOVEMBRO


Na manhã do dia 7 de novembro, o Comando de Luta, estava na sua persistente e incansável luta em defesa da educação e dos direitos da categoria. Não estavam sozinhos, e sim em conjunto com a comunidade que reivindicava a permanência de crianças de 4 e 5 anos em período integral nos Cmeis. Estiveram presente pais e mães de vários Cmeis e trabalhadores da educação. 

Além dessa reivindicação proposta pelos pais, o Comando de Luta também clamava por participação na elaboração das diretrizes 2018 que nortearão o funcionamento da rede por 2 anos, pela  participação dos trabalhadores da educação na reelaboração do plano de carreira dos servidores administrativos e o pagamento imediato das progressões e titularidades.

Toda essa pauta de reivindicações foi documentada em ofício e entregue, mais uma vez, à SEMEC e ao gabinete do prefeito.

O que nos angustia é o retrocesso que a educação em Aparecida de Goiânia vem sofrendo.  Diretores e secretários indicados por vereadores, contratos especiais na escola indicados pelos mesmos, redução no número de funcionários, excesso de alunos por sala, entre outros. 

Precisamos resistir, pois o que estamos presenciando é  a retirada de conquistas alcançadas em anos de luta. A educação tem sido tratada como mercadoria, moeda de troca em gabinetes.

Nossos direitos estão sendo retirados e negligenciados pela "gestão ternurinha", que na verdade é tão autoritária quanto a antiga. 

Contamos com toda  categoria nesse momento imprescindível de luta.

Vamos à luta! 
Nenhum direito a menos!
Lutar e resistir em defesa da educação pública e gratuita!