segunda-feira, 20 de maio de 2019

DESABAFO DE UM PAI DE ALUNO DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE APARECIDA DE GOIÂNIA

"Várias escolas de Aparecida de Goiânia da Rede Municipal estão sem as aulas de educação física pela falta do profissional graduado em educação física, um exemplo é a escola da minha filha (Guiomar Rosa) que desde janeiro não tem as aulas. Já outras escolas que estão aplicando as aulas estão fazendo via pedagogo através de atividades recreativas já que esse profissional não pode exercer ou aplicar as aulas de educação física, pelo simples fato de que pode ser compreendido como exercício ilegal da profissão. E em alguns poucos casos tem as aulas porque tem o professor graduado em educação física.  

A Secretária Valeria Pettersen tem boa vontade, mais não apresenta uma solução concreta para que as aulas de educação física sejam aplicadas conforme manda a lei federal conhecida como LDB como parte obrigatória do currículo da educação básica e fundamental. A Secretária inclusive se vale de um embasamento na Resolução 7 do Conselho Nacional de Educação, embasamento esse que já foi considerado "improcedente" pelo TRF da Primeira Região de Minas Gerais. 

O Prefeito Gustavo Mendanha também tem boa vontade e até pela formação em Educação Física representa bem o exemplo do que a educação física e o profissional formado nessa área pode fazer pelas nossas crianças, mais também não oferece uma solução pratica de curto, médio e longo prazo para que se resolva o impasse. Nós pais e responsáveis  pedimos a sua ajuda e também a deles para que possa se concretizar e resolver de vez essa questão. 

1. Curto Prazo: Contratação Imediata de Profissionais Formados em Educação Física via contrato temporário.

2. Longo Prazo: Apresentação de Projeto de Lei a exemplo de outros municípios e estados que deixa claro que o profissional responsável pelas aulas de educação física é aquele formado em educação física. 

3. Longo Prazo: Revisão de todos os PPPs para 2020 (Projetos Politico Pedagógicos) das escolas para que a educação física tenha sua finalidade não só bem apresentada nos fundamentos teóricos pedagógicos como também exemplificada no plano de aulas e que não se faça junção com artes que é outro componente curricular obrigatório e que deve ser complementar participativo e não a mesma coisa.

Se você que está lendo, concorda comigo, tem contatos que podem ajudar, ligue para eles, apresente essa ideia, peça a ajuda para que chegue ao maior numero possivel de pessoas. 𝗖𝗢𝗠𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗟𝗛𝗘. 

𝘚𝘦 𝘷𝘰𝘤ê 𝘢𝘤𝘩𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘪𝘴𝘴𝘰 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦 𝘴ó 𝘦𝘮 𝘈𝘱𝘢𝘳𝘦𝘤𝘪𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘎𝘰𝘪â𝘯𝘪𝘢, 𝘧𝘪𝘴𝘤𝘢𝘭𝘪𝘻𝘦 𝘴𝘦𝘶 𝘮𝘶𝘯𝘪𝘤í𝘱𝘪𝘰, 𝘴𝘦𝘶 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘥𝘰 𝘦 𝘷𝘦𝘳á 𝘲𝘶𝘦 𝘢 𝘦𝘥𝘶𝘤𝘢çã𝘰 𝘧í𝘴𝘪𝘤𝘢 é 𝘥𝘦𝘴𝘤𝘰𝘯𝘩𝘦𝘤𝘪𝘥𝘢, é 𝘯𝘦𝘨𝘭𝘪𝘨𝘦𝘯𝘤𝘪𝘢𝘥𝘢 𝘦 𝘲𝘶𝘦 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘢𝘴 𝘤𝘳𝘪𝘢𝘯ç𝘢𝘴 𝘯𝘢 𝘦𝘥𝘶𝘤𝘢çã𝘰 𝘪𝘯𝘧𝘢𝘯𝘵𝘪𝘭 (𝘤𝘳𝘦𝘤𝘩𝘦, 𝘤𝘮𝘦𝘪, 𝘦𝘵𝘤.) 𝘦 𝘯𝘢 𝘦𝘥𝘶𝘤𝘢çã𝘰 𝘧𝘶𝘯𝘥𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘢𝘭 (1º 𝘢 5º) 𝘢𝘯𝘰, 𝘯ã𝘰 𝘵𝘦𝘮 𝘢 𝘦𝘥𝘶𝘤𝘢çã𝘰 𝘧í𝘴𝘪𝘤𝘢 𝘰𝘶 𝘢𝘴 𝘵𝘦𝘮 𝘢𝘵𝘳𝘢𝘷é𝘴 𝘥𝘦 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘪𝘴𝘴𝘪𝘰𝘯𝘢𝘪𝘴 𝘱𝘦𝘥𝘢𝘨𝘰𝘨𝘰𝘴 𝘰𝘶 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘮 𝘮𝘢𝘨𝘪𝘴𝘵é𝘳𝘪𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘯ã𝘰 𝘱𝘰𝘥𝘦𝘳𝘪𝘢𝘮 𝘮𝘪𝘯𝘪𝘴𝘵𝘳𝘢𝘳 𝘦𝘴𝘴𝘢𝘴 𝘢𝘶𝘭𝘢𝘴, 𝘩𝘰𝘳𝘢 𝘱𝘦𝘭𝘢 𝘯ã𝘰 𝘲𝘶𝘢𝘭𝘪𝘧𝘪𝘤𝘢çã𝘰, 𝘩𝘰𝘳𝘢 𝘱𝘦𝘭𝘰 𝘦𝘹𝘦𝘳𝘤í𝘤𝘪𝘰 𝘪𝘭𝘦𝘨𝘢𝘭 𝘥𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘧𝘪𝘴𝘴ã𝘰.  

Assine: bit.do/educacaofisicaja "

Texto fielmente publicado e autorizado pelo autor Ricardo Rocha. 

Assine a petição pública! Pais, pedagogos e profissionais de educação física, todos juntos pela qualidade na educação!




quinta-feira, 16 de maio de 2019

15 de MAIO de 2019! DIA HISTÓRICO DE LUTA CONTRA O CORTE DE VERBAS NA EDUCAÇÃO E CONTRA A "REFORMA DA PREVIDÊNCIA"

Na capital goiana, o dia 15 de maio ficou marcado pela luta dos trabalhadores e estudantes contra os cortes na educação e contra a "Reforma da Previdência", vulgo Reforma da Morte. 

Desde o raiar do dia, o  Comando de Luta em unidade com o SIMSED, o MPG entre outros trabalhadores/as,  marcou presença nesse dia tão importante para os trabalhadores da educação, trabalhadores em geral e estudantes.

Às 6:45h da manhã aconteceu em frente à Saneago e Enel uma calorosa panfletagem que foi bem aceita por todos os trabalhadores. 

Às 8h o grupo interviu e fez panfletagem no evento que aconteceu no CEPAE da UFG. 

Às 10h o Comando de Luta participou da Audiência Pública sobre a educação superior na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia. Conseguiu fazer o uso da tribuna, onde  enfatizou que os 47% de cortes anunciados ao Fundeb, vai comprometer tanto a qualidade da educação básica quanto o acesso dos alunos pobres ao ensino superior público. 

Às 14h aconteceu uma assembleia dos trabalhadores da educação das redes municipal de Goiânia e Aparecida de Goiânia e da estadual.

Às 16h Comando de Luta, Simsed e MPG se uniram aos estudantes e demais trabalhadores que saíram às ruas para lutar contra a "Reforma da Previdência" e contra os cortes na educação. O ato se iniciou na Praça Universitária e seguiu em caminhada até a Praça Cívica.

Também às 16h uma companheira do Comando de Luta, abriu mão de comparecer nesse glorioso dia histórico, nas ruas em lutas, para participar de uma reunião com o prefeito Gustavo Mendanha, juntamente com uma comissão de trabalhadores da educação, para tratar sobre o Pacote de Maldades que permanece deteriorando a educação de Aparecida.

Durante a caminhada, estudantes e trabalhadores fizeram intervenções importantes acerca dos ataques que o povo vem sofrendo e das grandes dificuldades que virão com os projetos do governo federal. 

Cerca de 40 mil pessoas compareceram. Dentre esses, vários eram trabalhadores de Aparecida de Goiânia, que contrariando o que foi divulgado pela imprensa local, marcou presença e conseguiu paralisar 42 instituições, de forma total ou parcial. 

Aparecida de Goiânia também está na luta pela educação pública, gratuita e de qualidade; contra os ataques antipovo dos governos; e por maior dignidade de seus trabalhadores!

#lutaredefenderaeducacaopublicagratuitaedequalidade
#lutareresistircontraareformadamorte
#lutaredefenderopovopobre


segunda-feira, 13 de maio de 2019

PARALISAÇÃO COM ASSEMBLEIA UNIFICADA DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO

O Comando de Luta, bem como o SIMSED e o MPG convidam todas (os) para uma assembleia unificada dos trabalhadores da educação de Aparecida de Goiânia, Goiânia e da rede estadual. Essa assembleia discutirá sobre os recentes ataques contra a educação e principalmente sobre a “reforma da previdência" e depois se unificará com outras categorias de trabalhadores e estudantes na Praça Universitária. O grave momento que estamos vivendo exige uma ampla participação de todas (os). Ajude a divulgar essa informação e participe dessa luta.

Pauta Nacional:
* Contra a "Reforma da Previdência"
*Contra o corte de verbas do FUNDEB
*Contra o Projeto Escola sem Partido
*Contra a BNCC


DIA: 15/05/2019 (quarta-feira)
HORÁRIO: 14 h
LOCAL: DCE da UFG
Rua 226, 560. Setor Universitário
(próximo à SME)


quinta-feira, 9 de maio de 2019

II PLENÁRIA SINDICAL CONTRA A "REFORMA DA PREVIDÊNCIA"

O Comando de Luta convida a todas/todos as/os trabalhadoras/trabalhadores da educação para a II PLENÁRIA SINDICAL CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

*Pela revogação da "reforma trabalhista"
*Contra a "reforma da previdência"
*Terra para quem nela vive e trabalha
*Contra as medidas antipovo e vende-pátria
*Em defesa do direito de greve e da liberdade de manifestação e de organização  
*Contra a intervenção militar e repressão aos pobres da cidade e do campo


Dia: 11/05/2019(Sábado)

14 h

Local: Faculdade de Enfermagem/UFG



Proposta: Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de BH e Região - MARRETA; Liga Operária

Apoio: SIMSED; Comando de Luta; MPG; Trabalhadores da Saneago


terça-feira, 7 de maio de 2019

ATO NO DESFILE CÍVICO

O Comando de Luta convida a todas/todos as/os trabalhadoras/trabalhadores da educação para o ATO COM PANFLETAGEM NO DESFILE CÍVICO. Vamos manifestar nossa insatisfação com as mudanças que estão causando um caos nas unidades escolares. Participem!!

Dia 11/05/2019
sábado
às 8h
Em frente o Aparecida Shopping

#NENHUMDIREITOAMENOS
#LUTARERESISTIREMDEFESADAEDUCACAOPUBLICA


terça-feira, 30 de abril de 2019

PANFLETO INFORMATIVO DO ATO 1º DE MAIO


RETOMAR A ORIGEM DO 1° DE MAIO-DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR*

“Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos porta-vozes arrogantes das instituições que tem algemado os trabalhadores! Um dia que, com uma força tremenda, o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra aqueles que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações. Um dia de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todos os tipos (...)”                                            Fragmentos do folheto que circulou em Chicago em 1885

A ideia de demarcar um dia de completa paralisação surgiu na Áustria em 1856, estabeleceram esse dia para a realização de assembleias e manifestação a favor da jornada de 8 horas diárias. Inicialmente, os trabalhadores australianos organizaram esses atos somente para o ano de 1856, porém, o efeito foi tão forte no meio das massas proletárias, que decidiram repetir essa celebração todo ano.
Os primeiros a seguirem o exemplo dos australianos foram os proletários americanos, em sua maioria imigrantes, que no dia 1º de maio de 1886, tomaram as ruas de Chigago/Estados Unidos, desfraldrando a reivindicação da jornada de 8 horas de trabalho em protesto contra a superexploração e opressão em que eram submetidos.
Durante essa jornada de lutas operárias, as forças policiais a serviço da burguesia, atacaram as massas com selvageria, assassinaram vários operários, encarceraram e processaram 8 dirigentes proletários. August Spies, Adolf Fisher, George Engel e Albert Parsons foram cruelmente enforcados no dia 11 de novembro de 1887. Louis Lingg foi assassinado em sua cela. Oscar Neeb foi condenado a 15 anos de trabalho forçado. Miguel Schawb e Samuel Fielden foram condenados à prisão perpétua. Durante os julgamentos, esses dirigentes desmascararam as acusações e denunciaram as armações políticas tramadas pela burguesia durante o processo. Os discursos que pronunciaram no tribunal, assim como seus comportamentos, são exemplos admiráveis de valentia e integridade, não delataram, não traíram seus ideais e nem aos seus companheiros.
Neste mesmo período, o movimento dos trabalhadores na Europa havia se fortalecido, a expressão mais alta disso ocorreu em 1889, no Congresso Internacional dos Trabalhadores, no qual 400 representantes decidiram que a jornada de 8 horas seria a primeira exigência. O representante dos proletários franceses, Lavigne de Bordô, propôs que esta exigência fosse expressa em todos os países através de uma paralisação universal do trabalho e o Congresso decidiu que a data do 1° de Maio, em homenagem aos proletários americanos, seria a da celebração universal do proletariado.
Mesmo depois da conquista das 8h de trabalho, o Dia dos Trabalhadores não foi deixado para trás. Enquanto a luta dos trabalhadores contra a burguesia e a dominação de classe continuar, enquanto todas as exigências não forem conseguidas, o Dia dos Trabalhadores será a expressão anual destas exigências. E quando melhores dias raiarem, quando toda a classe trabalhadora do mundo tiver ganho a sua liberdade, então a humanidade provavelmente irá celebrar o Dia dos Trabalhadores em honra às mais amargas lutas e aos muitos sofrimentos do passado.
“Todos os trabalhadores devem se preparar para uma última guerra final que vai por fim a todas as
guerras.”                                                              George Engel

VIVA OS 133 ANOS DO 1° DE MAIO! VIVA OS DIRIGENTES DE CHICAGO!

GREVE GERAL DE RESISTENCIA NACIONAL!


Bolsonaro inaugurou seu governo declarando guerra total ao povo. Tripudiando com o desespero de milhões de desempregados e bajulador da patronal, chegou a afirmar que se o trabalhador já tem emprego, não tem que reclamar direitos. Sua primeira medida foi reduzir o valor do já miserável salário-mínimo, tirando R$8 da remuneração de 67 milhões de trabalhadores e trabalhadoras do país. Além disso, planeja aprovar um pacote de leis que arrocha e criminaliza a vida do pobre, iniciando com a privatização da Previdência Social.
Mentem descaradamente quando falam de rombo da Previdência e não falam nada sobre os rios de dinheiro que o governo desvia da arrecadação de impostos (47% do Orçamento) para pagar a eterna dívida pública. Entre os anos de 2000 e 2015 foram retirados mais de um trilhão (R$ 1.454.747.321.256,90 trilhões) da Previdência Social. Além disso, com "desonerações", "incentivos fiscais" e "renegociação das dívidas" de grandes empresas, como as da VALE e JBS, só no ano de 2017, mais de R$ 150 bilhões deixaram de ser arrecadados pelo governo.
Querem arrebentar a aposentadoria e a pensão dos mais pobres e manter intocáveis os privilégios desta corja de marajás do alto escalão do serviço público, que recebem salários de mais de 50 mil reais (juízes 57 mil e alto escalão dos militares 89,9 mil) enquanto a maioria dos trabalhadores recebe os míseros R$998 do salário mínimo. Quanta hipocrisia!
A segunda medida do governo Bolsonaro: nenhuma terra para camponeses pobres, indígenas e quilombolas. O segundo decreto de seu governo foi passar para o Ministério da Agricultura a competência de decidir sobre as questões agrárias no objetivo de liquidar com qualquer política de reforma agrária e de demarcação de terras indígenas e quilombolas, além da fiscalização do desmatamento no país e dos cuidados com as florestas. No Brasil já é mais que sabido, mas ocultado, que grandes proprietários de terra são grileiros e ladrões de terras. Com o apoio da polícia e da justiça, invadem terras públicas, tomam terras dos pequenos e médios proprietários, invadem terras indígenas e quilombolas, perseguindo, torturando e assassinando os pobres no campo.
Conclamamos a todos/as os/as trabalhadores/as a lutarem contra essa Reforma da Escravidão, que vai literalmente levar à morte a grande maioria do povo pobre do Brasil. Está na hora da nação brasileira se levantar mais uma vez na defesa de seus direitos, que foram conquistados com o sangue derramado daqueles que um dia lutaram para assegurar ao trabalhador o mínimo de garantia de sobrevivência em sua velhice depois de uma vida inteira de trabalho. 

PELA REVOGAÇÃO DA “REFORMA TRABALHISTA”!
CONTRA A “REFORMA DA PREVIDÊNCIA”!
TERRA PARA QUEM NELA VIVE E TRABALHA!
CONTRA AS MEDIDAS ANTIPOVO E VENDE-PÁTRIA!
PELO DIREITO DE GREVE, DA LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO E DE ORGANIZAÇÃO!
CONTRA A INTERVENÇÃO MILITAR E REPRESSÃO AOS POBRES DA CIDADE E DO CAMPO!

ASSINAM: Simsed, Comando de Luta de Aparecida de Goiânia, MPG – Mobilização dos Professores de Goiás, Liga Operária, Marreta – Sindicato da Construção Civil de BH, Trabalhadores da Saneago, Comitê/GO do jornal A Nova Democracia (go), Mepr, Moclate, CA de Enfermagem.

*PANFLETO DISTRÍBUIDO NO ATO DE 1º MAIO/2019 NA CAMINHADA  PRAÇA CÍVICA - PRAÇA UNIVERSITÁRIA. O COMANDO DE LUTA FEZ PARTE DE MAIS ESSA LUTA.



domingo, 28 de abril de 2019

ATO UNIFICADO 1º DE MAIO - DIA DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA

O Comando de Luta convida as trabalhadoras e trabalhadores da educação para participarem do ATO UNIFICADO 1º DE MAIO! DIA DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA!

CONCENTRAÇÃO: 15:30h na Praça Cívica




Participe também da panfletagem dia 30/04 às 17h na Praça do Bandeirante.