sexta-feira, 4 de março de 2022

DIA 10 É PARALISAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE APARECIDA DE GOIÂNIA!

DIA 10 É PARALISAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE APARECIDA DE GOIÂNIA!

Ontem o Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia, realizou uma vitoriosa reunião com a categoria.

Contamos com a participação de 100 pessoas. Discutimos sobre a situação política nacional, como a atual crise afeta todos os terrenos, econômico, político, institucional, moral e social.

Discutimos sobre a situação caótica que se encontra a educação em Aparecida de Goiânia. 

• Piso

• Data base

• Progressões, já com 9 ANOS de calote

• Titularidades, a mesma ladainha à conta gotas

• Covid, adoecimentos, atestados negados

• Número nunca visto antes de déficits 

• Salas super lotadas em uma pandemia

• Péssimas condições de trabalho

• Instituições caindo aos pedaços 

Discutimos que todos esses pontos levam ao que a categoria abomina, uma educação pública e gratuita de péssima qualidade, devido o ABANDONO do Prefeito Gustavo Mendanha e seu secretário.

Se as instituições ainda conseguem abrir suas portas todos os dias, é pelo sangue e suor dos trabalhadores da educação!

As crianças do nosso município não merecem isso!

Os trabalhadores da educação não merecem isso!

Nas redes sociais do Prefeito, a educação em Aparecida está maravilhosa.

A partir desta discussão, votamos por PARALISAÇÃO JÁ! Vamos mostrar para o Prefeito que não aceitamos desrespeito com a educação em Aparecida de Goiânia.

DIA 10, TODOS PARA A PARALIZAÇÃO ÀS 09H NA PORTA DA PREFEITURA DE APARECIDA

JUNTOS SOMOS FORTES!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

CONVITE PARA REUNIÃO DO COMANDO

A educação de Aparecida de Goiânia se encontra em trevas, e isso é sabido por cada servidor que vive a realidade das instituições CMEIS, EMEIS, ESCOLAS.

Funcionários, alunos e crianças, adoecendo com Covid e outras doenças, pela superlotação das salas, as aulas se resumem a cuidar para que crianças mantenham a máscara e procedimentos seguros, junto a uma luta insana para tentar repor tudo aquilo que perderam nesses anos de pandemia.

Estamos esquecidos em instituições, sem nenhum apoio em relação as inúmeras crianças com deficiências, aquelas que sofrem violência, aquelas que tiveram seu desenvolvimento atrasado devido a pandemia. 

Escolas com quase nenhuma manutenção, chovendo dentro da sala, estruturas totalmente comprometidas, buracos, erosão.

Falta nunca vista até hoje de funcionários, anos sem concurso, quem trabalha dentro das salas de aula agora, é o pessoal da limpeza, um retrato bem claro da educação em Aparecida. Os filhos do povo não merecem isso!

Quem segura tudo isso para não desabar, somos NÓS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO, deixamos nas instituições muito mais do que deveríamos deixar, nosso salário, nosso esgotamento físico e mental, nossa saúde.

Reajuste do administrativo virou lenda, com promessas de pagamentos que nunca se cumprem, MENTEM para a categoria a anos. Não devemos aceitar!

Reajuste do Piso do magistério nem previsão de pagamento, nem posicionamento da Semec.

Nossa remuneração não acompanha a inflação, tudo aumentou absurdamente! Sem contar todos os cortes que tivemos durante esse período de aulas remotas, cortes de dobras, regência, congelamento de salários. Economizaram muito! Não tem desculpas para não pagar tudo que devem aos servidores.

O pouco que chega, como material didático, vem sem nenhuma consulta democrática, do que realmente atende a realidade de cada instituição e turma, superfaturado, como foi o caso do material escolar distribuído nas escolas. Que absurdo! Queremos explicações da Semec! Não podem ficar calados como se nada tivesse acontecido!

Agora cabe a nós, trabalhadores da educação. Vamos mostrar para a Semec que a educação é coisa séria, e merece respeito. Vamos à luta por nossos direitos!



quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

SOBRE O RETORNO PRESENCIAL E IMUNIZAÇÃO DAS CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS

SOBRE O RETORNO PRESENCIAL E IMUNIZAÇÃO DAS CRIANÇAS DE 5 A 11 ANOS

O Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia repudia o retorno presencial diante do aumento exponencial de casos da Covid-19 e sem a imunização completa das crianças.  O calendário de 2022 colocou o retorno de crianças às salas de aula agora para janeiro, mas a imunização desse público contra a Covid-19 só finalizara em fevereiro. Retorno de 100% é uma tragédia!

IMUNIZAÇÃO DAS CRIANÇAS

Em meio ao crescimento de casos de H2n3 entre os pequenos, e o aumento exponencial do contagio pela variante ômicron, a vacina pode evitar quadros graves e reduzir a possibilidade de transmissão da infecção entre estudantes e familiares.

A Anvisa liberou o imunizante da Pfizer para as crianças entre 5 e 11 anos no dia 16 de dezembro. Para esse público, a aplicação será de duas doses de 0,2 mL com pelo menos 21 dias de intervalo. Mas o governo Federal seguiu ate então, trabalhando para boicotar a proteção da vida dos mais jovens.

Como já evidenciado por especialistas, as crianças normalmente (não é regra) não desenvolvem casos graves, entretanto, são fontes de transmissão. Então, o certo é que se avançasse no processo de vacinação dessas crianças de 5 a 11 anos para que o retorno das aulas seja mais tranquilo para todos.

POR UM RETORNO SEGURO

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a ômicron é altamente contagiosa e pode infectar, mesmo quem esta totalmente vacinado. Diante desse cenário, de aumento explosivo nos casos de covid-19, e em meio a uma aceleração de contágio que está sobrecarregando, mais uma vez, os sistemas de saúde, avaliamos que o correto é o adiamento do retorno presencial nas instituições.

Com uma transmissão cada dia maior, a Semec e Prefeitura têm que pensar em formas de tentar diminuir a exposição ao Coronavírus, estamos vivenciando um novo ciclo pandêmico, e agora somando com o surgimento de outros vírus respiratórios.

 Nossas instituições em sua grande maioria, são de prédios antigos e sem ventilação adequada, salas pequenas, e superlotadas. Sem álcool, máscaras, lembrando, que agora o ideal é usar cirúrgicas, pois as de pano protegem menos contra a nova variante.

Quantas pandemias serão necessárias para que esses governantes entendam a necessidade de investir dinheiro da educação na educação. Se passaram 2 anos de pandemia, estamos entrando no terceiro e até  hoje as instituições estão como antes da Covid-19.

Com a doença em alta, o governo negligenciando a vacinação de crianças, falta de estrutura adequada para garantir segurança. Conclamamos a categoria a se levantar por um retorno presencial escalonado de acordo com a imunização das crianças e pela vacinação delas.



quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

INFORME DA REUNIÃO DO DIA 15-12-2021

O Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia realizou uma reunião nessa quarta-feira para discutir sobre a luta pelo abono para os profissionais da educação de Aparecida de Goiânia.

Na tarde desse mesmo dia, o Prefeito anunciou o pagamento do abono para os trabalhadores da educação, no evento de posse dos gestores. Mesmo assim, a reunião contou com dezenas de servidores indignados por todos os outros direitos que não são  cumpridos.

Direitos esses que, não podemos esquecer, lutamos há 7 anos, tais como: progressões, titularidades, piso, data-base, difícil acesso e etc.

Nada foi resolvido nesses DOIS mandatos, mostrando a péssima gestão do Prefeito Gustavo Mendanha, que sempre vem com as mesmas respostas negativas. Cadê o trabalho? Cadê o empenho para resolver as demandas da educação?

Em relação ao abono, discutimos a importância da categoria acompanhar de perto como será feito o cálculo do rateio, como também, sobre a importância da cobrança de transparência em relação aos gastos do Fundeb no nosso município.

A categoria levantou a importância de todos entendermos que a concessão do abono não foi uma benevolência do Prefeito, pelo contrário, foi resultado de pressão e ele ainda fez disso um palanque eleitoral. 

O prefeito deixou os trabalhadores da educação sem nenhuma ajuda durante todo esse período pandêmico e ainda pior, retirou dobras dos servidores, deixando todos sem metade de seu salário nesse período tão difícil que enfrentamos. Ele simplesmente está devolvendo à categoria o que é seu por direito.

Em um segundo momento, fizemos um balanço de todas as lutas da categoria em 2021. Chegamos a conclusão que foi um ano de muita mobilização, de vitórias e que precisamos permanecer organizados e cobrar pelas pautas que ainda não foram atendidas. 

Discutimos sobre o ano de 2022, o qual será um ano de luta; da necessidade da união da categoria para reconquistar tudo que nos foi roubado; e para impedir outros rombos que possivelmente virão. Tiramos algumas atividades importantes já para o início do ano letivo.

Professoras(e) que não participavam da luta se comprometeram a participar mais e elogiaram o trabalho que o Comando tem feito em Aparecida.

Que sigamos em frente, unidos e fortes!



terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Reunião para organizar a luta pelo abono

O Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia, convida a categoria para participar de uma reunião, para organizar a luta pelo abono.
O abono pode ser pago, basta o prefeito decidir por ele, assim diz a lei.
Vamos juntos lutar pelo abono para os professores, agentes e administrativos!

Reunião pelo Google Meet, dia 15-12-2021 as 19h.



 

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

INFORME DA REUNIÃO COM O SECRETÁRIO DIVINO

O Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia participou nessa segunda-feira, dia 22-11-2021, de uma reunião com Secretário da Educação.

Levamos todas as demandas que há anos vêm perturbando a categoria e que não foram resolvidas, como a não concessão das Progressões; o pagamento a conta gotas das Titularidade; o não cumprimento da  Data Base dos administrativos e auxiliares; além dessas,   reivindicamos também por um Auxílio Transporte; pela permanência das dobras que foram substituídas por esse último processo seletivo obscuro; pela garantia das licenças médicas psiquiátricas, ou por interesse particular, ou para aprimoramento,  pelo nivelamento da regência; pelo Piso de 2022; e cobramos o valor da sobra do Fundeb em abono para os profissionais da educação 

Iniciamos levantando o ponto de pauta da retirada das dobras, segundo eles o processo seletivo foi destinado para cargos transitórios, provisórios de pessoal com atestados, readaptados, licenças. E quem estava fazendo dobras em cargos de déficits desde o início do ano, estariam assegurados até o fim do mesmo. Explicamos que professores nos procuraram, pois estavam lotados em cargos de déficit e mesmo assim foram retirados de suas dobras, por pessoal do processo seletivo apadrinhados por políticos.

Em relação ao processo seletivo obscuro, mencionaram que muitos que lotaram, acabaram desistindo, acham que trabalhar na educacao é mamata. Rapadura é doce, mas não é mole não! O ideal é que todos que estavam lotados em déficits desde o início do ano e perderam suas dobras procurem a secretaria para reparar esse erro!

Quanto às Titularidades e Progressões, colocaram que foram criadas somente 1104 vagas de Progressões e que a Câmara precisa aprovar a abertura para mais, ou seja, o mesmo discurso de sempre. Embora, agora eles se comprometeram a pagar as Titularidades com as sobras do Fundeb, mas só a partir do próximo ano. E que para as Progressões irão se empenhar para a aprovação da abertura de novas vagas na Câmara. O que deveria ter sido feito há anos, mas não existe vontade política alguma para isso.

De acordo com eles, o Piso salarial dos professores, a Data-base dos administrativos e o qüinqüênio (nem citaram as "letrinhas") não foram pagos devido à Lei 173 do governo federal, que congelou os gastos com pessoal até 31 de dezembro de 2021. Dessa eles se livraram e empurraram para a instância superior.

Outra demanda que eles se eximiram foi a respeito das licenças. Disseram que são negadas pelo Procurador sob a alegação de não ter quem substitua esses profissionais. Quanto a essa realidade de déficits, cobramos concurso público, afinal, essa é a saída mais justa e correta.

Sobre a situação absurda dos atestados psiquiátricos estarem sendo negados pela Junta Médica, colocamos que já estão sendo levados à justiça, pois isso ficará na responsabilidade da prefeitura, caso algo grave aconteça, na medida em que se forçam servidores a trabalhar estando com problemas psiquiátricos ou outro tipo de doença. Inclusive levaremos ao Conselho de Medicina e à Defensoria Pública. Situação inacreditável.

Ignoraram a reivindicação do Auxílio Transporte, sendo que a maioria dos municípios vizinhos já o pagam aos seus profissionais. Mais um descaso com a educação sob a gestão desse prefeito de Aparecida de Goiânia.

Em relação à possibilidade de retornar as sobras do Fundeb em abono ou 14°, alegaram não ter segurança jurídica para tal. O que não é verdade, pois os gestores podem sim reverter essas sobras em abonos, bastam decidirem em aplicar o recurso dessa maneira. O que a lei coloca é que não é obrigatório, vai da DECISÃO DOS GOVERNANTES EM PAGAR O ABONO. Ou seja: queremos o abono!

Aproveitamos e cobramos o nivelamento da regência ao que se  fizeram de surdos.

Em suma, as reivindicações aumentaram e os argumentos da prefeitura e do secretário são os mesmos.

Troca secretário, mas a  precarização da carreira docente e da educação em geral em Aparecida permanece, como permanece o mesmo funcionário que sempre nos atende, que sempre participa dessas reuniões com o objetivo de negar qualquer possibilidade de melhoria para a educação. Esse vai virar peça de museu da SME.

Queremos respostas diferentes, efetivas! Sabemos que só teremos com a organização de mais luta, mais atos, mais notas nos jornais, e agora, levando tudo às famílias de nossos alunos.

Não descansaremos, porque quem luta mais, perde menos!

Ousar lutar, ousar vencer!



quinta-feira, 18 de novembro de 2021

APÓS ATO NO DIA 29/10, COMANDO CONSEGUE MARCAR REUNIÃO COM SECRETÁRIO DIVINO

Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia organizou, dia 29/10, juntamente com a categoria um ato contra todos os desmandos da Semec e do Prefeito Gustavo Mendanha.

A manifestação aconteceu em frente à Prefeitura de Aparecida de Goiânia, fizemos intervenções denunciando a retirada das dobras, utilização da educação como moeda de barganha de políticos de Aparecida, a negação em aprovar os atestados médicos, o que é ilegal.

Também reivindicamos o auxílio locomoção, vários municípios já pagam, somente Aparecida não. Piso, data-base dos administrativos, progressões, titularidades e todos os outros DIREITOS que há anos não são garantidos.

Denunciamos ainda, a situação precária que se encontram as instituições públicas de ensino e da baixa qualidade da merenda escolar.

Exigimos uma reunião com o Prefeito para tratar de todas essas demandas e fomos atendidos pela assessora Lívia, que recebeu nosso ofício, e ficou de retornar com uma resposta. Que até o momento não veio.

Protocolamos também um ofício na Semec e recebemos da mesma um retorno para reunião no dia 22/11/2021 às 14h.

Isso é uma vitória de nosso ato!

Conclamamos a categoria a se juntar a nós no dia da reunião. Vamos todos juntos para a secretaria lutar por nossos direitos. 

Juntos somos fortes!